Perguntas e respostas sobre tratamentos avançados

Kellen Molon, 21 anos, foi diagnosticada com Bexiga Hiperativa aos 16 anos de idade e compartilhou conosco como os sintomas afetavam a sua rotina. Após diversos tratamentos realizados sem sucesso, a paciente buscou o Dr. Márcio Averbeck, que recomendou a terapia de Neuromodulação Sacral. Com resultados satisfatórios, a jovem paciente conta como recuperou a sua qualidade de vida.

Acompanhe a entrevista que ela deu para a Comunidade Retoma o Controle:

Retoma o Controle – Quais foram os primeiros sintomas e quando você percebeu que tinha que buscar ajuda médica?
Kellen – Eu tinha que ir ao banheiro várias vezes por dia, e sempre que eu ia tinha a sensação de não esvaziamento da bexiga. Percebi que tinha que buscar ajuda médica quando eu ia aos lugares e já pensava se haveria banheiro. Se eu tomasse um copo de água em cinco minutos precisava ir novamente ao banheiro.

Retoma o Controle – Como isso impactou na sua rotina diária? Isso a impedia de fazer alguma atividade que gosta?
Kellen – Se eu estivesse fazendo alguma atividade, o pensamento era que eu precisava esvaziar a bexiga, não tinha sossego e uma vida boa de conseguir fazer as minhas coisas. Para ajudar meu pai nas lavouras, que é uma atividade que exige mais da pessoa, era difícil porque eu tinha que ir ao banheiro o tempo todo.

Retoma o Controle – Quais foram os tratamentos que você tentou durante este período?
Kellen – Eu fiz tratamentos medicamentosos, fisioterapia e nenhuma destas alternativas solucionou o meu problema.

Retoma o Controle – Você já tinha ouvido falar sobre Neuromodulação Sacral para este tipo de condição?
Kellen – Eu nunca tinha ouvido falar sobre isso. Fui em busca de informações na internet e encontrei o blog do Dr. Márcio Augusto Averbeck. Lá explicava tudo sobre o tratamento com Neuromodulação Sacral.

Retoma o Controle – Quais foram os seus receios antes do procedimento?
Kellen – Quando eu fui ao consultório e o Dr. Márcio me apresentou a terapia, eu fiquei um pouco desconfiada porque não sabia se iria resolver meu problema, principalmente por ser um problema crônico. Quando cheguei em casa comecei a pesquisar mais sobre o tratamento.

Retoma o Controle – Como está a sua vida agora após o implante?
Kellen – Quando eu terminei a cirurgia, a enfermeira perguntou se eu precisava ir ao banheiro, eu neguei. Me questionou novamente quando recebi alta e não precisei ir. No caminho para casa também não precisei parar para ir ao banheiro, como acontecia antes. Com isso, percebi que minha vida tinha mudado totalmente.

Retoma o Controle – Quais foram as principais mudanças em sua rotina depois desse tratamento?
Kellen – O mais importante é que hoje eu consigo correr, caminhar, brincar com meus cachorros, que eu gosto bastante. Consigo fazer as atividades diárias e ajudar meu pai na parte administrativa e nas lavouras. Posso fazer tudo como antes.

Retoma o Controle – Tem algum conselho que você daria para aquelas pessoas que também sofrem de Bexiga Hiperativa e tem receio de buscar ajuda médica?
Kellen – Um conselho que eu daria para pessoas que têm um problema igual ou semelhante ao meu: Busque tratamento, não precisa ter medo ou receio, é algo maravilhoso e você vai mudar a sua vida totalmente. Aconselho as pessoas a não ficarem acomodadas, pesquisem, busquem informações. Hoje o avanço está muito grande, não será esse pequeno problema que não terá solução. Eu busquei até encontrar o médico certo.

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